Tristeza – um estranho presente
Um dos professores de pregação mais perspicazes do nosso tempo é Thomas Long, professor em Princeton. Em seu livro The Senses of Preaching, o Dr. Long faz a seguinte descrição maravilhosa da experiência de ouvir sermão após sermão, domingo após domingo:
O ato de ir a um culto […] é como ir todo dia até a caixa de correio para ver se chegou alguma coisa. Em alguns dias a caixa está vazia. Em outros ela está cheia de propaganda. Mas continuamos indo, dia após dia, porque às vezes encontramos algo dirigido a nós, com nosso nome no envelope. Ir até a caixa de correio é mais que um hábito. É um ritual diário que evidencia a convicção de que, em algum lugar, alguém quer se comunicar comigo, e um dia vai fazê-lo. Quando pessoas se reúnem para ouvir uma pregação, elas demonstram a mesma confiança. Mesmo se a caixa estiver vazia hoje, elas voltam, exercendo sua fé de que vivemos em um mundo com um Deus que um dia vai romper o silêncio – e falar conosco.
E é mesmo assim. Continuamos indo aos cultos, ouvindo sermão após sermão, semana após semana. Às vezes não há muito para nós, mas tem havido ocasiões em que há algo pessoal – uma palavra de Deus “com nosso nome no envelope”. Tem acontecido vezes o suficiente para nem pensarmos em não voltar ao lugar de reunião em que se cantam hinos e se pregam sermões.
Sempre quando o sermão é sobre tristeza, o nome de todos está no envelope. Qualquer palavra sincera sobre tristeza, dita em qualquer lugar de reunião, de um púlpito num domingo, é uma correspondência pessoal para todos no local. Quanto o tema do sermão é tristeza, a pregação é uma carta com o nome de todos escrito no envelope. Afinal de contas, ninguém escapa da sombra da tristeza. A tristeza é a mais democrática das experiências: todos os que vivem, cedo ou tarde, passarão por ocasiões de tristeza. “A tristeza é conseqüência de toda perda sentida profundamente.” Como todos nós experimentamos perdas, grandes ou pequenas, todos sentimos tristeza de vez em quando. A tristeza vem cedo. A tristeza fica até tarde. Todos conheceremos a dor da tristeza.
Em nossos momentos mais sóbrios, mais elevados, mais maduros, todos sabemos que a tristeza, mesmo com todas suas dores e angústias, é uma bênção e não uma maldição. Podemos até, algum dia, vir a entender a tristeza como um presente de Deus – um presente estranho, talvez, mas mesmo assim um presente. (Isso não quer dizer que a perda que ocasionou a tristeza é um presente. Devemos ter o cuidado de fazer uma distinção crítica entre a perda que nos arrasa e o processo de tristeza que segue a perda trágica.) Quem sabe – pode bem ser que uma das expressões mais claras de verdadeiro progresso e maturidade como seguidor de Cristo é a capacidade crescente de considerar a tristeza (até mesmo a tristeza!) um presente de Deus, um estranho presente que, de algum modo, nos capacita a nos recuperarmos das perdas que magoam e despedaçam nossa vida.
Quando finalmente estivermos na presença de Deus, sem impedimentos, sem interrupções, sem fim, “não haverá mais tristeza”, nas palavras do Apocalipse. A razão de lá não haver mais tristeza é que não haverá mais perdas. Não precisaremos mais do presente da tristeza porque nossa vida não será mais perturbada por alguma perda. Mas enquanto dinheiro, emprego, saúde, lar, amigos, filhos, marido, esposa, pais, parentes e sonhos podem ser perdidos, precisaremos do estranho presente da tristeza. É um presente doloroso que se torna não um lugar para ficar parado e sofrer, mas um caminho para andar e recuperar-se. O estranho presente da tristeza toma formas diferentes em cada pessoa. Mas, reduzindo o presente da tristeza ao seu denominador comum, provavelmente podemos dizer que, para todos nós, a tristeza é o preço inevitável do amor, o eco que permanece da vida, e a melhor oportunidade da esperança.
A tristeza é o preço inevitável do amor. Se amamos profundamente, então é muito provável que, um dia, teremos profunda tristeza. Lembro vagamente de uma música popular que resumiu isso com estas palavras: “Eu poderia ter evitado a dor, mas então teria ficado sem a dança.” Quem quer que tenha escrito essas linhas chegou muito perto da verdade. A única maneira de ficar sem tristeza na vida é ficar sem amor na vida. A tristeza é o preço do amor. Dá para dizer que a única maneira de nunca ter tristeza é nunca amar, mas nunca amar significa nunca viver de verdade. A única maneira de evitar a dor da perda é perder toda a dança da vida. A tristeza é o preço inevitável do amor. A tristeza é o preço que pagamos por amar profundamente.
Às vezes, tarde da noite, eu vou até a porta do quarto do Joshua, olho para seu rosto adormecido, e me pergunto se haverá uma Coréia, um Vietnã ou um Iraque para levá-lo quando ele tiver vinte anos, pelo caminho que tantos foram levados no limiar da idade adulta. Às vezes fico na porta da Maria, olho para seu rostinho adormecido, e me pergunto se algum dia as voltas e desvios da vida trarão dor e sofrimento a ela quando for mulher.
Se você tem pais e filhos, você tem a imensa promessa de alegria, mas também a enorme possibilidade de tristeza. Se você tem marido ou esposa, tem a imensa promessa de alegria, mas também a enorme probabilidade da tristeza. Se você tem amigos íntimos, você tem a imensa promessa de alegria, mas também a enorme oportunidade da tristeza. A tristeza é o preço inevitável do amor. O filho em quem você está ligado pode mudar-se para o outro lado do país. O amigo de quem você gosta pode esquecer-se de você um dia. O cônjuge que você ama mais que a própria vida um dia vai morrer. Se amamos profundamente, um dia teremos profunda tristeza.
Amar alguém plenamente, livremente, fielmente, significa tornar-se completamente vulnerável. Se você ama, terá tristeza, mas isso não é motivo para parar de amar. A tristeza, afinal de contas, não é uma maldição. Ela não vai matar você. Na verdade, é não amar que vai matar você lenta e sistematicamente. Se você não se tornar vulnerável, não correr o risco e amar, você levará uma trágica, triste e miserável “sub-vida”. A tristeza é uma parte inevitável de estar plenamente vivo e de viver em amor, mas o risco da tristeza não é motivo para não amar.
A tristeza é apenas o preço inevitável que um dia pagaremos por uma vida de intimidade, alegria e amor com amigos, pais, filhos, parentes e cônjuge. Se você ama profundamente, terá tristeza profunda. A tristeza é o preço inevitável do amor, mas isso não é tudo. O estranho presente da tristeza é o preço inevitável do amor, mas também é o eco que permanece da vida.
Muitos de nós conheceram Grady Nutt, já falecido, um dos humoristas mais famosos e amados dos Estados Unidos. Um amigo íntimo dos Nutts me disse um dia que, alguns anos após a morte de Grady, sua esposa Eleanor disse: “Durante o primeiro ano após a morte de Grady, minha tristeza era minha companheira. Pelo menos eu tinha minha tristeza.”
Eleanor Nutt pôs palavras simples em um mistério profundo, que trouxeram à tona todo o seu sentido. “Minha tristeza era minha companheira. Pelo menos eu tinha minha tristeza.” A tristeza é o eco da vida. A tristeza é – de um modo estranho e misterioso – o último, longo e duradouro elo que nos une àquele que não temos mais. Não entendo isso, mas sei que é verdade. Nossa tristeza é um presente de Deus pelo qual podemos ser agradecidos; porque nossa tristeza, mesmo que doa, é um último elo, precioso, duradouro, que nos une à pessoa pela qual choramos.
Isso é difícil de ouvir e difícil de dizer. É difícil de compreender e impossível de explicar, mas eu sei que é verdade. Nossa tristeza, mesmo nossa tristeza, é um presente de Deus pelo qual podemos ser agradecidos, porque a tristeza é o eco que permanece da vida. A tristeza que sentimos pela pessoa que perdemos é o eco permanente e unificador do nosso relacionamento com essa pessoa. Não podemos mais tocá-la, vê-la ou senti-la, mas podemos lembrá-la, sentir sua falta e chorar por ela. Estamos ligados a ela pelo último laço que nos une: a dor da tristeza.
Essa é a base da minha crescente convicção de que a tristeza, mesmo que possa parecer um presente estranho, mesmo assim é um presente, um bom presente de Deus, um bom presente pelo qual podemos ser agradecidos. Sim, é verdade, as lembranças doem. As cartas amareladas, as fotos em preto e branco, a cadeira vazia no Natal e no aniversário... É verdade, as lembranças enchem nosso coração de dor e nossos olhos de lágrimas. A tristeza dói. Mas o que vamos preferir? Que Deus nos dê a capacidade de esquecer? Iríamos preferir que Deus nos dê a capacidade de apagar completamente do nosso coração e mente a vida e o amor que agora se foram? Se você e eu tivéssemos a possibilidade de escolher, creio que preferiríamos ter a capacidade de recordar e sentir tristeza do que o poder de esquecer e não sentir nada. A tristeza é um presente. A tristeza é um presente de Deus. A tristeza é um presente pelo qual devemos ser agradecidos. A tristeza é um bom presente porque é o eco da vida. A tristeza é o último eco que perdura da vida, que vem e vai e vem de novo, de alguém que amamos profundamente e de quem sentimos imensa falta.
Cuidado: ao definirmos o presente da tristeza como “o eco da vida”, temos de afixar uma etiqueta de advertência às nossas palavras. Este sermão precisa ter uma luz amarela de advertência que pisca bem aqui. Assim como qualquer um dos presentes de Deus pode ser mal usado e desvirtuado, o estranho presente da tristeza também pode ser mal usado e desvirtuado. Podemos facilmente “nos apaixonar pelas trevas” e decidir que gostamos mais de ser coitadinhos do que de ser felizes. Passar a vida dizendo: “Coitado de mim, coitado de mim” porque queremos que os outros digam: “Coitado de você, coitado de você” significa vulgarizar e desvirtuar o estranho presente da tristeza. O estranho presente da tristeza pode ser facilmente distorcido, como qualquer outro dos presentes que Deus dá. Se vivemos apenas para o eco de uma voz amada que agora silenciou, perderemos todas as outras vozes novas e sons vivos que Deus nos dá. Nunca devemos ficar tão enamorados do “eco da vida” que deixamos de ouvir o que a vida ainda tem a nos dizer.
C. S. Lewis disse: “A única oração que Deus nunca vai responder é o pedido de ‘bis’. A criatividade de Deus é grande demais para isso. Deus simplesmente não nos devolve os bons velhos tempos. Deus nos dará bons novos tempos.”
A tristeza é o eco da vida. É um presente que nos liga de modo solto aos bons velhos tempos, mas não podemos viver de ecos e sombras. Temos de encarar a realidade inalterável e avançar para os bons novos tempos, crendo que Deus fará tudo tão bem no futuro como fez no passado. Isso nos leva à última e principal missão da tristeza. A tristeza é o preço inevitável do amor, a tristeza é o eco que permanece da vida e, por último, a tristeza é a melhor oportunidade da esperança.
A tristeza é, de alguma forma estranha e inexplicável, a melhor oportunidade da esperança. Talvez essa seja a estranheza mais estranha de todas nesse estranho presente da tristeza. É claro que o contrário também pode acontecer. Em meio à nossa maior tristeza, podemos fechar a loja e nos tornar amargos, se quisermos. Podemos decidir que somos especiais, que ninguém jamais foi ferido, traído, abandonado, deixado viúvo ou diagnosticado doente como nós. Podemos decidir que Deus e a vida são absurdos e sem sentido. A tristeza pode ser a ocasião para esse tipo de escolha.
No entanto, há outra escolha bem melhor e honesta. É a decisão de pôr nossa vida na mão de Deus e nos lançar sobre a graça de Deus. Nossa tristeza pode levar-nos a Deus. Nossa tristeza pode, e vai, abrir nossa vida de um modo quase cirúrgico para o Deus da bondade, da graça e da esperança. De alguma maneira nossa tristeza parece nos colocar numa posição em que Deus tem uma chance conosco. Nossa tristeza nos joga em algo mais profundo que nossa angústia, maior que nosso desespero, mais permanente que nossa dor.
Alguns de nós não têm tempo para Deus quando tudo está bem, mas quando nosso mundo é desfeito – o foco muda. O chão da vida, antes firme, se move sob nossos pés. Tudo se desmancha. Alguém que amávamos mais que a própria vida se foi. E no meio da escuridão abrimos nossa vida para Deus. A tristeza, por estranho que pareça, se torna a melhor oportunidade da esperança.
Isso significa que Deus enviou a tribulação para nos fazer voltar para ele? Não creio! Não. A tribulação vem porque vivemos em um mundo em que coisas ruins acontecem. A tribulação vem porque vivemos em um mundo em que doenças se espalham virulentamente, acidentes acontecem, e pessoas morrem. Deus não envia caprichosamente a angústia para chamar nossa atenção, mas quando a tribulação vem, Deus trabalha em nossa vida. Somos tão mais abertos para Deus quando estamos tristes do que quando estamos confortáveis. Às vezes a tristeza se torna a melhor oportunidade para Deus entrar em nossa vida com graça e esperança.
Paulo disse aos tessalonicenses: “Irmãos, queremos que vocês saibam a verdade a respeito dos que já morreram, para que não fiquem tristes como ficam aqueles que não têm esperança. Nós cremos que Jesus morreu e ressuscitou; e assim cremos também que, depois que Jesus vier, Deus o levará de volta e, junto com ele, levará os que morreram crendo nele” (1Ts 4.13-14). Nós ficamos tristes, mas de modo diferente. Nós temos esperança. Deus ressuscitou Jesus. Deus tomou o que parecia ser a maior derrota no mundo e a transformou no maior triunfo de todos. Nós nos entristecemos, mas nossa tristeza é aperfeiçoada pela esperança de que Deus, que ressuscitou Jesus e gerou ordem do caos, triunfo da morte e alegria da dor, faça tudo tão bem no futuro como fez no passado.
A tristeza é uma experiência comum a todas as pessoas. Ninguém escapa às sombras da tristeza. Todos nós conhecemos a dor da tristeza. A dor da tristeza machuca. Mas em nossos momentos mais sinceros, lúcidos e autênticos sabemos – mesmo se não o admitimos, mesmo se não conseguimos dizê-lo – que a tristeza é um presente. Um presente estranho, talvez, mas mesmo assim um presente. Um bom presente. Um presente pelo qual devemos ser agradecidos. A tristeza é o preço inevitável do amor. A tristeza é o eco que permanece da vida. A tristeza é a melhor oportunidade da esperança. Tristeza: um dos bons presentes de Deus para os momentos difíceis da vida.
Extraído de Don’t Cry Past Tuesday, de Charles E. Poole.
A Caixinha
Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você, paizinho!
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixinha. Todos para você...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta.
Autor desconhecido
Extraído de: www.metaforas.com.br
Questão de pontuação
Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena. Escreveu assim:
- Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.
O sobrinho fez a seguinte pontuação:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.
A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
- Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.
O alfaiate pediu cópia do original. Puxou a brasa para sardinha dele:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.
Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres.
Assim é a vida. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz a diferença.
Autor desconhecido
Extraído de: www.metaforas.com.br
O diamante
O Hindu chegou aos arredores de certa aldeia e aí se sentou para dormir debaixo de uma árvore. Chega correndo, então, um habitante daquela aldeia e diz, quase sem fôlego:
- Aquela pedra! Eu quero aquela pedra.
- Mas que pedra? Pergunta-lhe o Hindu.
- Ontem à noite, eu vi meu Senhor Shiva e, num sonho, ele disse que eu viesse aos arredores da cidade, ao pôr-do-sol; aí devia estar o Hindu que me daria uma pedra muito grande e preciosa que me faria rico para sempre.
Então, o Hindu mexeu na sua trouxa e tirou a pedra e foi dizendo:
- Provavelmente é desta que ele lhe falou; encontrei-a num trilho da floresta, alguns dias atrás; podes levá-la! E assim falando, ofereceu-lhe a pedra.
O homem olhou maravilhado para a pedra. Era um diamante e, talvez, o maior jamais visto no mundo.
Pegou, pois, o diamante e foi-se embora. Mas, quando veio a noite, ele virava de um lado para o outro em sua cama sem conseguir dormir. Então, rompendo o dia, foi ver novamente o Hindu e o despertou dizendo:
- Eu quero que me dê essa riqueza que lhe tornou possível desfazer-se de um diamante tão grande assim tão facilmente!
Autor desconhecido
Extraído de: www.metaforas.com.br